segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Moacir Santos - Coisas
Ano - 1965
Gênero - samba jazz
Gravadora - Forma
Produzido por: Roberto Quartin
Faixas
1 - Coisa n° 4
2 - Coisa n° 10
3 - Coisa n° 5
4 - Coisa n° 3
5 - Coias n° 2
6 - Coisa n° 9
7 - Coisa n° 6
8 - Coisa n° 7
9 - Coisa n° 1
10 - Coisa n° 8
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
João Donato - A Bad Donato
Histórico - neste disco, o pianista e arranjador João Donato deixa de lado a comportada bossa nova pra partir numa experiência mais maliciosa. Influenciado pelo swingado do funk, por ritmos caribenos e pela versatilidade do jazz fusion, Donato faz jus ao Bad que assume no título do álbum. É um disco nervoso, com pegada, que nada lembra a calmaria da bossa nova.Quando concebeu a ideia do disco, Donato não sabia o quê e como gravar, mas como ganhou total respaldo da gravadora, pode inovar: gravou todas as músicas com instrumentos dobrados, ou seja, com duas guitarras, dois baixos, duas baterias...
Lançado quando o músico morava nos Estados Unidos, A Bad Donato ficou inédito no Brasil até pouco tempo, quando o selo Dubas lançou o álbum simultaneamente aqui e no Japão.
Ficha Técnica
Ano - 1970
Gênero - jazz fusion
Gravadora - Blue Thumb
Faixas
1 - The Frog
2 - Celestial Showers
3 - Bambu
4 - Lunar Tune
5 - Cadê Jodel
6 - Debutante's Ball
7 - Staight Jacket
8 - Mosquito
9 - Almas Irmãs
10 - Malandro
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Tema 3 - Madrugada 1:30
Histórico - liderado pelo maestro e pianista Gilson Peranzzetta com Luiz Roberto (baixo) e Atayde (bateria), o Tema 3 fazia a tradicional bossa jazz da madrugada boêmia carioca.Ficha Técnica
Ano - 1969/2002
Gênero - bossa jazz
Gravadora - Equipe/WhatMusic
Produzido por: Norival Reis
Faixas
1 - Andança
2 - Grão de Café
3 - Walk On By
4 - Ela Vem de Volta
5 - Sabiá
6 - Zond - 5
7 - The Fool On The Hill
8 - Samarina
9 - Manhã Branca
10 - Afro
11 - Amazonas
12 - Watch What Happens
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Miles Davis - Kind Of Blue
Histórico - para gravar este álbum, Miles utilizou de seus metódos poucos convencionais de gravação e produção. Por exemplo, ele exigiu somente 18 horas de estúdio para gravar com músicos que nunca haviam ensaiados juntos.O resultado poderia ser desastroso, mas graças ao brilhantismo de Davis e ao talento dos músicos, Kind Of Blue se tornou aquilo que é a essência do jazz: a harmonia do improviso.
Os cinco temas foram gravados em apenas seis takes, com total liberdade criativa entre os músicos, mas tudo sob a regência de Davis. Fundamental para a discoteca jazz.
Ficha Técnica
Ano - 1959
Gênero - jazz
Gravadora - Columbia
Produzido por: Teo Macero e Irving Townsend
Faixas
1 - So What
2 - Freddie Freeloder
3 - Blue In Green
4 - All Blues
5 - Flamenco Sketches
terça-feira, 9 de março de 2010
Charlie Mingus - Blues & Roots
Histórico - neste disco Charles Mingus quis se aproximar mais do blues para rebater críticas que recebia sobre o swing de seu som. Com um time de alto nível, Mingus faz um álbum de jazz primoroso.Ficha Técnica
Ano - 1959/1998
Gênero - Jazz
Gravadora - Atlantic/Rhino
Produzido por: Nesuhi Ertengün
Faixas
1 - Wednesday Night Prayer Meeting
2 - Cryin' Blues
3 - Moanin'
4 - Tensions
5 - My Jelly Roll Soul
6 - E's Flat Ah's Flat Too
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Meirelles e os Copa 5 - O Som
Histórico - com um timaço que incluia Dom Um Romão (bateria), Manuel Gusmão (baixo), Luiz Carlos Vinhas (piano) e Pedro Paulo (baixo), o saxofonista João Theodoro Meirelles mistura perfeitamente o suingue do samba com a levada do jazz.Considerado por muitos críticos como a primeira gravação que reune estes dois estilos juntos, O Som está repleto de faixas impecavéis. O sucesso deste álbum foi tanto que exportou a musicalidade brasileira para o mundo todo (recentemente, este disco foi relançado em vinil no Japão).
Ficha Técnica
Ano - 1964
Gênero - samba, jazz
Gravadora - Philips
Faixas
1 - Quintessência
2 - Solitude
3 - Blue Bottle's
4 - Nordeste
5 - Contemplação
6 - Tânia
7 - O Novo Som
8 - Solo
9 - Serelepe
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Som Três
Histórico - trio instrumental formado em 1966 por César Camargo Mariano (piano), Toninho (bateria) e Sabá (baixo). Diferentemento dos outros trios da época que eram mais baseados no jazz, o Som Três se focava mais no suingue, fletando o soul. O grupo acompanhou o cantor Wilson Simonal por um bom tempo, chegando até a realizar uma turnê no Méxino durante a Copa de 1970.Ficha Técnica
Ano - 1969
Gênero - jazz, bossa nova, soul
Gravadora - Odeon
Faixas
1 - For Once In My Life
2 - Moca
3 - Se Você Pensa
4 - Bloody Mary
5 - California Soul
6 - Homenagem a Mongo
7 - Que Pena
8 - Tijuana
9 - There's Gonna Be a Showdown
10 - Caruaru
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Zumba Cinco
Histórico - formado por Ivan Boticelli (piano). Ernesto Ribeiro (guitarra), Annibal Ribeiro (baixo), Fernando Maxnuk (vibrafone) e Antonoi Carlos Leite (bateria), o Zumba Cinco se destacava dentre os demais grupos de bossa jazz por contar com uma guitarra e um vibrafone, instrumentos poucos comuns para a bossa nova.O som do grupo é uma mistura de jazz com bossa, com um ritmo animado e energético.
Ficha Técnica
Ano - 1964
Gênero - bossa nova, jazz
Gravadora - Whatmusic
Faixas
1 - Bluesology
2 - Bem de Amar
3 - Zumba Tema
4 - Moça do Biquinho Azul
5 - Remenófis
6 - A Hard0 Day's Night
7 - Tema Feliz
8 - Preciso Aprender Só
9 - Quintessência
10 - Detalhe do Samba
11 - Garota de Touquinha
12 - Django
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Rio 65 Trio
Histórico - grupo instrumental formado por Dom Salvador (piano), Edison Machado (bateria) e Sergio Barroso (baixo). Famoso na noite carioca, o Rio 65 Trio tocava bossa nova com influências jazzísticas, tudo sob o comando do piano genial de Dom Salvador.Ficha Técnica
Ano - 1965
Gênero - samba, jazz, bossa
Gravadora - Philips
Faixas
1 - Meu Fraco é Café Forte
2 - Preciso Aprender a Ser Só
3 - Farjuto
4 - Desafinado
5 - Sonny Moon For Two (Blues em Samba)
6 - Espera de Você
7 - Mau, Mau
8 - Tem Dó
9 - Azul Contente
10 - Manhã de Carnaval
11 - Aruanda
12 - Minha Namorada
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Zimbo Trio
Histórico - grupo formado em 1964 em São Paulo. Composto pela nata da música da noite paulista, Hamilton Godoy (piano), Rubinho (bateria) e Luiz Chaves (baixo), logo ganharam fama pelas releituras de clássicos da bossa nova sob um olhar mais jazzístico. Em 1965 o Zimbo Trio passou a ser a banda de apoio do programa Fino da Bossa da TV Record. Foi neste programa que eles conheceram e acompanharam a cantora Elis Regina.Alias, o talento do Zimbo Trio é tanto que durante as gravações com Elis Regina a cantora não conseguiu se adaptar as improvisações jazzísticas da banda, causando assim desavenças musicais. O embate entre estes dois gigantes da música brasileira durou apenas uma gravação ao vivo, o antológico disco O Fino do Fino.
Este é o primeiro álbum do grupo e traz versões ótimas de "Garota de Ipanema", "Inútil Paisagem", "Consolação" e "Diz Que Vou Por Aí".
O Zimbo Trio continua na ativa, com Itmar Collaço no lugar de Luis Chaves.
Ficha Técnica
Ano - 1965
Gênero - jazz, bossa nova
Gravadora - RGE
Faixas
1 - Zimbo Samba
2 - Menina Flor
3 - Garota de Ipanema
4 - Inútil Paisagem
5 - Barquinho Diferente
6 - Berimbau
7 - Consolação
8 - Diz Que Vou Por Aí
9 - Sou Sem Paz
10 - Vivo Sonhando
11 - Só Pro Amor
12 - O Norte
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Jongo Trio
Histórico - na década de 1960 era muito comum os grupos instrumentais de bossa nova com influencia de jazz. Surgido em 1965, o Jongo Trio inovou por trazer arranjos vocais parecidos com os do grupo Os Cariocas juntamente com o instrumental tipicamente jazzístico.Formado por Cido Bianchi (piano), Toninho (bateria) e Sabá (contrabaixo), o grupo fez relativo sucesso no circuito de bossa nova e gravou os históricos lps Dois na Bossa com Elis Regina e Jair Rodrigues.
Ficha Técnica
Ano - 1965
Gênero - bossa nova, jazz
Gravadora - Farroupilha
Produzido por: Os Farroupilhas
Faixas
1 - O Menino Das Laranjeiras
2 - Feitinha Pro Poeta
3 - Ela Vai Ela Vem
4 - Eternidade
5 - Terra de Ninguém
6 - Seu Chopin, Desculpe
7 - Arrastão
8 - Garota Moderna
9 - Vai, João
10 - Reza
11 - Balanço n°1
12 - Deus Brasileiro
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Hermeto Pascoal - Hermeto

Histórico - este foi o primeiro álbum do músico lançado nos Estados Unidos. Sob os arranjos do mestre estão feras como Airto Moreira (bateria, percussão), Flora Purim (vocal) e Ron Carter (baixo).
Ficha Técnica
Ano - 1972
Gênero - jazz, bossa nova, MPB
Gravadora - Buddah
Produzido por: Flora Purim e Airto Moreira
Faixas
1 - Coalhada
2 - Hermeto
3 - Guizos
4 - Flor do Amor (José Neto Pascoal)
5 - Alicate
6 - Velório
7 - As Marianas
8 - Fabiula
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Mancini também é Samba
Histórico - o compositor e arranjador Henry Mancini (1924 - 1994) ficou muito conhecido pelas trilhas sonoras de filmes e séries que produziu. Entre elas, destacam-se Bonequina de Luxo, Peter Gun e a Pantera Cor de Rosa. Este álbum traz algumas releituras de músicas de Mancini sob a direção musical do maestro Waltel Branco.Com um time de músicos de primeira, Waltel fez uma bela homenagem às composições de Mancini, repaginando as músicas com uma linha mais voltada ao samba e a bossa jazz.
Entre os músicos que participaram deste disco, estão Dom Salvador (piano) e Meireles (sax).
Ficha Técnica
Ano - 1962
Gênero - Samba, bossa nova, jazz
Gravadora - Mocambo
Produzido por: Jonas Silva
Faixas
1 - Peter Gun
2 - Lightly
3 - My Nanne Sally
4 - Moon River
5 - Something For Sellings
6 - Not From Dixie
7 - Mr. Lucky
8 - Dear Heart
9 - The Pink Panther Theme
10 - Sorta Blue
11 - Meglio Stasera
12 - Megéne
quarta-feira, 10 de junho de 2009
John Coltrane - A Love Supreme
Histórico - a obra suprema de Coltrane. Gravado numa única sessão, a suite em quatro partes é a mais bela oração à Deus criada por mortais.Todos os musicos pareciam iluminados quando gravaram este álbum. O quarteto de Coltrane formado por Elvin Jones (bateria), McCoy Tyner (piano) e Jimmy Garrison (baixo) captaram muito o espirito, a fé e a dedicação do chefe. Uma prova disso são as duas últimas faixas, gravadas em apenas um take.
John Coltrane sempre foi dedicado à música. Basta olhar para a foto desta capa tirada quando o saxtenorista gravava com Duke Ellington: o semblante é sério e focado, seu único objetivo é fazer música. Seu talento era tanto que fazia até o genial Miles Davis redobrar-se. Enquanto trabalhava com o trumpetista, Coltrane estava afundado na heroina e isso estava afetando seu desempenho. Davis não suportou e demitiu o músico, porém foi obrigado a recontrata-lo pouco tempo depois, pois não havia substituto no mesmo nível.
Uma das raras vezes que Miles dirigiu a palavra ao público durante um show foi para anunciar a saida de Coltrane de seu quinteto para realizar projetos solos.
Do periodo que Coltrane deixou Miles até o surgimento de Love Supreme passaram-se cinco anos. Nesse meio tempo, realizou bons discos, tornou-se o segundo jazzista mais bem pago (perdendo apenas para seu antigo companheiro), largou as drogas, casou-se e pensou muito em Deus. Esses fatores contribuiram muito para a mistificação de Love Supreme. Coltrane estava a vontade com seus músicos e com a sua vida pessoal, e se libertou para fazer experimentações neste álbum, incluindo uma intervensão vocal evocando o titulo do disco.
A Love Supreme sacudiu não só o mundo do Jazz, mas também influenciou músicos como o guitarrista Phil Lesh do Grateful Dead e Roger McGuinn do Birds.
Ficha Técnica
Ano - 1965
Gênero - Jazz
Gravadora - Impulse!
Produzido por: Bob Thiele
Faixas
1 - Acknowledgement
2 - Resolution
3 - Pursuance
4 - Psalm
domingo, 31 de maio de 2009
Brazilian Octopus
Histórico - cercado de mistério e curiosidades, a banda que reuniu feras como Hermeto Pascoal e Lanny Gordin foi, inicialmente, concebida apenas para animar desfiles de uma empresa de tecidos. Hoje, o único registro do octeto, é uma joia preciosa entre os colecionadores além de ser considerado uma peça importante na história obscura da música popular brasileira.Lançado em 1969 o disco apresenta apenas músicas instrumentais, com influências que vão do jazz à bossa, passando pelo samba e com um toque experimental e psicodélico. Não há como escapar dos tentáculos desse octeto. Mais informações nessa matéria do Carlos Calado.
Ficha Técnica
Ano - 1969
Gênero - Experimental, MPB, jazz, bossa, samba. psicodélico
Gravadora - Fermata
Produzido por: Mário Albanese e Fausto Canova
Faixas
1 - Gamboa
2 - Rhodosando
3 - Canção Latina
4 - Pavane
5 - As Borboletas
6 - Momento B/8
7 - Summer Hill
8 - Gosto de Ser Como Sou
9 - Chaye
10 - Canção de Fim de Tarde
11 - O Pássaro
12 - Casa Forte
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Serviço - Wonka Bar lança documentário sobre Jazz
Apenas repassando...
Nas décadas de 1950 e 1960, Curitiba possuía uma cena musical de jazz efervescente, refletindo um dos momentos áureos da economia local e suas grandes safras de café, o chamado “ouro verde”. O movimento atraia músicos de vários lugares do país e teve palco principalmente nas boates da cidade, onde o repertório habitual começou a ser progressivamente substituído pelo estilo musical norte-americano. Uma cena que tem se mantido graças à formação de novas gerações de músicos.
É justamente essa viagem à Curitiba perdida, que começa nas longínquas noites da capital paranaense em bares como o La Vie en Rose, Marrocos, Moulin Rouge, King’s Club, Gracefull e o Clube Tropical e avança até os dias atuais, que trata o documentário longa-metragem “Música Subterrânea”, mais nova produção do Projeto Olho Vivo, que será lançado nesta quinta-feira (14), às 21h, no Wonka Bar, em Curitiba.
Baseado na pesquisa “Música Subterrânea: o jazz em Curitiba como elemento significante para os contornos do cenário sócio-cultural da cidade”, da mestre em história Deborah Agulham Carvalho, o documentário resgata histórias - algumas notórias e outras muito íntimas - através de bate-papos com cinco gerações de músicos jazzistas que escreveram grande parte da história da música e da noite curitibana.
“Não houve pretensão de recuperar uma linha histórica. Optamos por realizar conversas informais entre os músicos, pois queríamos pegar com mais vida essas histórias do passado”, conta Luciano Coelho, diretor do documentário, que também realizou a edição, direção de fotografia e câmera de Música Subterrânea.
“Músicos importantes começaram aqui na noite de Curitiba”, lembra Luciano. Nos anos 50 e 60, com a pujança econômica houve um grande fluxo de pessoas de fora para a cidade, o que acabou atraindo os músicos também. Entre eles estavam o trombonista carioca Raul de Souza, que veio atuar na banda da Escola de Oficiais Especialistas da Aeronáutica e Infantaria de Guarda, e o percussionista catarinense Airto Moreira, que chegou a Curitiba com apenas 15 anos e posteriormente chegou a gravar com um dos mestres do jazz, Miles Davis. “A cidade permitia e promovia várias atividades. Foi uma época incrível”, completa a pianista Marília Giller, que também é pesquisadora do jazz na cidade.
O documentário destaca ainda o talento de pratas da casa. “É impressionante ver, por exemplo, a influência de músicos da cena local na origem da bossa nova, como o baterista Guarany Nogueira, que é citado como criador da batida da bossa nova, e o maestro Waltel Branco, que fez os arranjos de Chega de Saudade, para o disco de João Gilberto, considerado o marco inicial do estilo”, comenta Luciano. No Brasil, o jazz, junto com o samba, foi um dos ritmos que formou a bossa nova.
Para a cantora Selma Batista, uma das histórias mais contundentes do documentário é justamente a do talentoso pianista paranaense Gebran Sabbag. “Além de ter construído um espaço bonito na música da cidade, o Gebbran ainda criou filhos músicos, teve uma hereditariedade”, conta Selma.
O projeto de Música Subterrânea levou cerca de um ano para ficar pronto, entre as pesquisas e a finalização do documentário, e teve como base a pesquisa em jornais, artigos, entre eles os do critico e pesquisador Aramis Millarch, e entrevistas com mais de 30 músicos curitibanos e de fora da cidade. “Trata-se de um projeto super importante para a história da cidade. É o tipo da coisa que ao invés de sair da moda vai se valorizar a cada ano e sua importância vai ser vista mais pra frente“, resume Helinho Brandão, consultor do documentário e saxofonista da banda Wonka Jazz Project, que se apresentará no lançamento do filme.
Ficha técnica:
Música Subterrânea
Documentário longa-metragem (120')
Direção, Direção de Fotografia, Câmera e Edição: Luciano Coelho
Produção: Marcelo Munhoz
Assistência de Produção: Luciana Patrícia de Morais
Assistência de Câmera: Tiago Borges, Vitor Schuhli e Bruno Mancuso
Som Direto: Marcos Ribeiro
Coordenação de pesquisa: Deborah Agulham Carvalho
Pesquisadoras: Luciana Patrícia de Morais e Maria Henriqueta Gimenes
Consultoria: Helinho Brandão
Design Gráfico: André Coelho
Entrevistas e apresentações com Gebran Sabbag, Fernando Montanari, Raul de Souza, Waltel Branco, Airto Moreira, Beppi, Norton Morozowicz, Robertinho Silva, Geraldo Elias, Saul Trumpet, José Antônio Boldrin, Selma Baptista, Reamir Scarante, Gerson Bientinez, Hilton Barcelos, Orlando Comandulli, Helinho Brandão, Marília Giller, Yuri Daniel, Belmiro, Jorge Patto, Paulo Branco, Henrique Pollaco, José Oliva Negretti, Jeffersohn Sabbag, Glauco Sölter, Mario Conde, Endrigo Bettega, Arismar Espírito Santo, Nelson Ayres, Pau Brasil, Fernando Cacau, Serginho Coelho, Paulinho Sabbag, Ian e Allan Giller Branco.
Serviço:
Lançamento de “Música Subterrânea”
Exibição do documentário longa-metragem, apresentação da banda Wonka Jazz Project e jam session com os músicos presentes
Data: 14 de maio (quinta-feira)
Horário: a partir das 19h
Local: Wonka Bar (Rua Trajano Reis, 326 – São Francisco)
Preço: de graça até às 21h, após R$ 10,00
Informações: (41) 3015-1592

